quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Nova Iorque, NY, USA


Apesar de termos saído na hora do almoco de Las Vegas, a gente chegou no fim da tarde em NY. 4 horas de voo e mais 3 de fuso horário.
Nosso hotel era bem localizado e chama-se The Pod Hotel. 
Eu diria que o preco era justo, considerando NY, mas o quarto e banheiro eram minusculos, beeeeeem minúsculos. Mas enfim, a gente só precisava de um lugar para dormir e nada mais.
Eu sempre achei que quando fosse aos EUA  gostaria de conhecer, quase que exclusivamente, Nova Iorque. Mas a verdade foi o lugar que menos achei bacana. São Francisco é bem mais legal.
Para pegar algum carinho pela Big Apple eu precisaria de mais tempo para explorar seus bairros e seu dia-a-dia. Ou seja, morar lá por um tempo. Pois para mim, tudo lembrou Sao Paulo, ruas movimentadas, muita gente, barulho, sujeira. Lógico que isso ali no meio da muvuca de Manhattan. 

Aproveitamos pra fazer compras. Isso vale a pena.
Fomos até um outlet em New Jersey, Woodbury. Com várias lojas de marca. E cheio, repleto de brasileiros. Nunca vi tantos juntos, todos de uma vez só. E a brazucada toda senão comprar Polo Ralph Loren ou Lacoste e na volta encher o carrinho com Red Label do duty free brasileiro, não faz jus a terrinha. Afe. Cada um cada um, mas eu acho muito sem graca o design dessas marcas de roupa.
Eu achei umas promocões boas de roupa de lã.
Morando, praticamente, no polo norte fica complicado comprar muitos vestidos e sandálias. Aproveitamos pra comprar mais duas malas pra carregar a tralha toda, entre outras cositas mas. Tambem compramos roupinhas para o baby. Tudo na promocao, do jeito que a mamãe gosta. 
Mas infelizmente há muito mais opcoes de roupas de menina do que menino. Por um lado é bom, pois evita com que a gente vá a loucura e queira comprar de tudo um pouco.
No dia seguinte foi o dia de compras para o Martin, nosso filhote. Eu ja tinha me reunido com umas amigas em Oslo para fazer uma lista das coisas. Todas maes de primeira viagem, todas brasileiras e todas grávidas de meninos. A lista ajuda a gente a focar nas coisas e economizar um pouco do tempo. Nesse mesmo dia, a gente aproveitou para fazer uma ultrassom 3D do pequeno. Em NY é a metade do preco de Oslo.
Ele vai ser um mini Anders. Hehehe. Segundo o meu marido, as criancas tendem a se parecer mais com o pai para que o mesmo reconheca seus genes em sua prole e não abandone e mãe. Machista eu diria, mas com um fundo evolutivo que talvez faca sentido, rs. Se isso fosse verdade e o Anders tivesse nascido a alguns mil anos atras, teria crescido sem o pai, pois ele (Anders) é a cópia da propria mae. Enfim, voltando ao meu baby. Mostrou a cara, “sorriu”, “fez careta” e se escondeu de novo entre pés e bracos. Uma graca ! Tambem foi possivel confirmer que, sim, teremos um garotao ! Poupando-me de voltar a lojas e trocar tudo por coisa rosa, roxa e florida.
No dia seguinte demos um pulo no Guggenheim e no Museu de Historia Natural.
O primeiro decepcionou. Caro (18 dolares) e sem graca. O Segundo, caro tambem e a maioria das coisas eu ja tinha visto, de graca, nos museus de Washington. De qualquer forma serviu pra gente matar o tempo no ar condicionado.
Tava um calor insuportável na cidade nesses dias, e eu com minha energia lá em baixo não consegui encarar um bate perna serio, infelizmente.
A noite encaramos um cineminha na Times Square.


E no ultimo dia passamos pela Wall Street e almocamos na Little Italy. 



Las Vegas, EUA


Meu humor e ansiedade toda estavam voltados pra Vegas. 
Lá a gente iria relaxar na piscina e ficar num hotel chique. 
Pois bem, minha funcão no carro era a de co-pilota e de repente percebo que a maioria dos hoteis mais conhecidos estão na altura 3100 da Las Vegas Boulevard (uma das principais ruas da cidade). 
A gente entrou nessa Blvd na altura 100 e levamos quase meia hora pra chegar no 3000. Muito transito, horário de rush, beleza. Aí, vejo que nosso hotel fica no 9700 !!!!
A gente passou os hoteis bacanas, passamos o aeroporto, passamos os outlets (que ficam praticamente fora da cidade), passamos terreno baldio e lá na frente estava nosso hotel. Eu falei umas 20 vezes (ai, meu humor ja tava no chao, o bom de estar grávida é poder botar a culpa do seu mal humor nos hormonios, hehe) que isso não estava me cheirando bem.
Dito e feito. O hotel  não era um muquifo, mas era uma farofada só. 
No mesmo instante baixou o espirito do Caco Antibes, e eu só via gente feia e pobre. Cadê o glamour, cadê o luxo ???
A recepcão era no meio do cassino fedorento de cigarro. Mal dava pra ouvir a má vontade com que fomos atendidos. Eu ainda subi com o elevador na esperanca de encontrar um mega quarto. Mas que  nada, era do mesmo naipe do quarto do motel em que dormimos em Bakersville, com os caminhoneiros.
Bom, foi o tempo de eu ficar resmungando que aquilo era uma merda, que eu não conseguia acreditar, o que foi que fiz de errado, blablabla e tomar um banho para pegar o show do Cirque du Soleil.
O show foi no hotel MGM. Que fica lá na altura do 3300 da Las Vegas Blvd. Chique, fino, com a recepcão fora da area do cassino. Com gente bonita, cheirosa.
O show foi fantastico. Eu nunca tinha ido a nenhuma apresentacão deles. 
Quando morava em Sao Paulo e era estudante não tinha grana pra bancar o ingresso. Mas em Vegas pagamos cerca de 160 doletas por um mega super lugar. Acredito que em sampa seja mais caro que isso ….
No dia seguinte a gente mudou de hotel. Dane-se o dinheiro. 
Obvio que não conseguimos parte da diária de volta lá da farofada toda, alias, anotem o nome do hotel para vocês nunca ficarem lá: South Point.
A gente se transferiu para o THE Hotel. 

Os lodges do parques custaram em torno de 200 dólares por noite. Já o THE Hotel, saiu por 170, e o quarto era um mini ap, praticamente. Um banheiro grande e tinha até tv. 
A pobre aqui, encheu a banheira e ficou lá de molho assistindo tv. 
Depois aproveitei a água pra lavar umas carcolas e uns pares de meia e pendurar por todo o banheiro. Para dar aquele toque final.
Esse dia a gente conseguiu aproveitar a piscina. Tinham várias pra escolher, mas a gente ficou numa que tinha essas ondas artificiais e numa outra que parecia um rio com corredeira.
Como a noite era só uma crianca, a gente passou uns 20 minutos no cassino. E depois cama.
No cassino o Anders estava com a sorte grande. Eu joguei 2 doletas e perdi em duas apertadas de botoes naquelas maquininhas barulhentas. Ja meu marido querido, jogou 2 e ganhou 34 !!! uhuuuuuu. 

A gente queria jogar Black Jack e/ou roleta, mas as apostas mínimas eram a partir de 15 contos. Dai ficamos com dó de gastar nossos 34 heehhe. 

Me chamou muito a atencao o fato de ter váaaaaaaarias pessoas totalmente viciadas nas maquininhas. Algumas sentadas em suas cadeira de rodas com seus respiradores artificais e tudo. Gente almocando as 9 da manha na frente de uma corrida de cavalos. Nojento. 
Ah, e o buffet do cafe da manha do hotel farofa ????
Tinha de TUDO e mais um pouco. Mas era cafe da manha, almoco, janta, ceia de natal e thanksgiving no buffet. Imagina o prato das tia gorda .....afe.

Dia seguinte, The Big Apple.

Grand Canyon, USA


Após passar o dia na estrada (esse foi o trecho mais longo da viagem), chegamos ao Grand Canyon. Por uns 30 minutos, a gente perdeu o por-do-sol, mas tudo bem. De qualquer forma, esse foi o visu que pegamos ..


O bom é que no parque estava mais fresquinho. A gente estava esgotado, então foi engolir qualquer coisa e cama.
Também dormimos dentro do parque dessa vez num lodge. Alias, todos os lodges eram muito bons, limpos, espacosos.
No dia seguinte a gente foi de ônibus conhecer um dos lados da parte sul do canyon. Esse trecho durante o verão só dá para fazer de bus. 






 
O canyon é dividido em duas partes, norte e sul. Mas a maioria dos view points, bem como centro de visitantes, lodges, etc estão localizados na parte sul. Há várias opcões de trekking e passeio com mulinhas.

Na saída, a caminho de Vegas, paramos no charmozinho vilarejo de Williams, localizado na famosa Route 66. Parecia cenário de filme faroeste. 

Próxima parada: Vegas, baby.