Nossa primeira parada foi na capital da terra do tio Sam.
O voo de Oslo até Nova Iorque foi tranquilo, mas o avião era meio podrex. A passagem pela imigração também foi rápida e indolor.
A gente ficou num hotel próximo Casa Branca. Naquela parte da cidade encontra-se a maioria dos prédios adminstrativos.
Ruas largas, calçadas igualmente largas. Aliás, tudo é grande, ou extra grande por aquelas bandas. Os sorvetes, os carros, as ruas, as calçadas, as pessoas ….
Outra coisa que me pareceu bem americana (igualzinho aos filmes da sessão da tarde, rs) são os pedidos de comida. O povo gosta de pedir o que não está no menu, ou com trocentas modificacões. Até ovo frito tem catchigorias, sério.
Mas o que me surpreendeu foi a educação das pessoas. Tanto das que trabalham, quanto dos turistas americanos. Muitos simpáticos, prestativos e sorridentes.
Mas voltanto a DC. Anders estava a trabalho, então eu ocupei meu tempo visitando alguns dos museus da cidade. A maioria de graça.
No domingo a gente visitou o Museu do Holocausto que foi legal e informativo e não tão depressivo quanto eu imaginei. Em seguida fomos ao Museu Internacional daEspionagem (pago). Bacaninha, mas mais voltado para o público infantil.
Passeamos também em frente a alguns prédios famosos como a Casa Branca, Capitolio, FBI, entre outros.
| Casa Branca |
| FBI |
Na segunda eu encarei o Museu da Historia Nacional. Alguns setores eu gostei bastante, outros nem tanto. Os que contam a história das guerras, por exemplo, não me apetecem muito.
A boa parte é que museu é um lugar seguro para grávidas. Tem comida, tem ar condicionado e tem banheiro limpo e cheiroso.
Aliás esse post será bem mixuruco com relação a fotos. Eu fiquei com preguiça de carregar a nossa camera pra cima e pra baixo :-(
Em seguida eu fui ao Museu de Historia Natural. Eles são todos iguais no mundo todo. Cheio de bicho empalhado. E eu, bem eu adoro hehehe.
O repertório desse museu era bem legal e diversificado. No setor de geologia, mais especificamente das pedras preciosas e afins, mais da metade eram exemplares de Minas Gerais, Brasil.
Na terça, foi a vez do Museu Indiano. Nesse eu consegui acompanhar uma visita guiada. O prédio desse museu difere dos demais de DC, que são grandes blocos de concreto cinza.
O museu indiano foi pensado de forma Indiana. Entrada voltada pro lado que o sol nasce, janelas projetadas para refletir a luz de forma diferente durante os equinócios, paredes que parecem terem sidos esculpidas pelo tempo e pela natureza, etc. O museu traz informação de tribos de todo continente Americano. Mas eu não vi nenhuma mensão ao índio brasileiro, nadica. A não ser que estivesse em algum canto que eu não passei.
Na sequência, dei um pulo no Jardim Botânico. Pra fugir do calor da rua e me refugiar no bafo das estufas.
E depois segui para o Museu Nacional de Ar e Aerospacial. O favorito do Anders. Para mim nem tanto, rs.
A parte que fala mais dos foguetes, planetas e espaço eu até gosto mais, mas a partde de aviões de Guerra ...zzzzZZZZZZzzzzzz.
Dia seguinte eu não fiz nada. Acordei com sono e dormi até a metade da tarde. Dei uma volta por Georgetown, tomei uma das minhas doses diárias de smoothie e pronto.
A noite a gente tava andando pela rua para achar qualquer lugar para comer. Sentamos numa mesinha na calçada, pois estava uma noite bem agradável. Quando lá de longe, avistamos um husky siberiano com seu dono. Papo vai, papo vem, o ‘pai’ do Zeek sentou-se na mesa com a gente e jantamos juntos. Super gente boa o tiozinho.
Ultimo dia em DC, eu ainda tinha que matar um tempo pela manhã. Entao fui ao museu da National Geographic que fica do ladinho do hotel. Achei caro, pois só tinham duas expos e uma delas eu meio que sabia de cor e salteado: A corrida ao polo Sul entre Scott e Amundsen. A gente tem dvd, livro, tudo em casa sobre os negos. Anyway.
Chegando no aeroporto, filas, filas e mais filas. Corremos feitos uns condenados para nosso portão de embarque, e chegando lá ficamos quase uma hora e meia plantados, pois nosso voo para San Francisco estava atrasado. Básico.
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